Mais da metade dos brasileiros está acima do peso... *

Um problema sério que precisa ser combatido

Combater e prevenir são ações urgentes diante de um problema que vem adquirindo proporções epidêmicas. Segundo projeção da Organização Mundial da Saúde (OMS), em 2015, cerca de 2,3 bilhões de adultos vão estar com sobrepeso e mais de 700 milhões serão obesos. Atualmente, já são 2,1 bilhões de pessoas nesta condição, o que representa quase 30% da população mundial, de acordo com a revista científica The Lancet.

O Brasil, pela primeira vez em oito anos, conseguiu estabilizar as taxas de sobrepeso e obesidade, de acordo com a pesquisa Vigitel 2013 (Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico). Segundo com o levantamento, 50,8% dos brasileiros estão acima do peso ideal. Destes, 17,5% são obesos. Homens têm mais excesso de peso do que as mulheres - 54,7% contra 47,4%.

Apesar da estabilidade dos índices, o estudo mostra a existência de diversos hábitos alimentares inapropriados da população. Um deles é o índice que mostra quantos brasileiros (12,6% dos homens e 19,7% das mulheres) tem o hábito de substituir o almoço ou o jantar por um lanche de baixo valor nutritivo, como pizzas, sanduíches ou salgados.

Outro indicador que preocupa é o consumo excessivo de gordura saturada: 31% da população não dispensam a carne gordurosa e mais da metade (53,5%) consome leite integral regularmente. O refrigerante igualmente têm consumidores fiéis: 23,3% ingerem esta bebida, no mínimo, cinco dias por semana.

Segundo com especialistas, o indivíduo obeso fica vulnerável a uma série de complicações, entre elas, o diabetes tipo 2, as doenças relacionadas com o aumento de gordura no sangue (como as cardiovasculares, que incluem o infarto do miocárdio), a hipertensão arterial, a gota, apneia do sono e a infertilidade.

Hábitos alimentares saudáveis

Além de praticar exercícios físicos com regularidade, é relevante estar atento ao que vai no prato. A alimentação adequada e saudável inclui o consumo de diferentes alimentos e de água, que desempenha papel fundamental na regulação de muitas funções vitais do organismo. A necessidade ideal de água não é a mesma para todas as pessoas. Ela está relacionada ao clima, a massa corporal, ao consumo alimentar, a atividade física e aos hábitos adquiridos desde a infância.

Grupos alimentares essenciais

Carboidratos

Alimentos com alta concentração de carboidratos, como os grãos (envolvendo arroz, milho e trigo), pães, massas, tubérculos (como as batatas e o inhame) e raízes (como a mandioca) de forma geral são fontes de carboidratos complexos e fibras alimentares, mas igualmente contêm vitaminas, minerais e proteínas.

O açúcar não é necessário ao organismo humano, pois pertence ao grupo dos carboidratos simples e a energia fornecida por eles pode ser obtida por meio dos carboidratos complexos (amidos).

Frutas, legumes e verduras

Devem ser consumidos diariamente. Esses alimentos são fontes de fibra alimentar, vitaminas e minerais. O incentivo ao consumo concentra-se, principalmente, em suas maneiras naturais. Produtos com alta concentração de açúcar, como geleias de fruta, bebidas com sabor de fruta e vegetais em conserva, com alto teor de sal, não fazem parte desse incentivo.

Vegetais ricos em proteínas

Particularmente os cereais integrais, as leguminosas, como os feijões, e igualmente as sementes e castanhas são fontes de fibra alimentar, vitaminas do complexo B, cálcio, ferro e outros minerais, além de pequena quantidade de gordura do tipo insaturada.

Alimentos de origem animal

Incluir pequenas quantidades de carne de gado, porco, peixe, aves, ovos e igualmente leite, queijo e iogurte, preferencialmente desnatados ou com baixos teores de gordura. Esses alimentos são fonte de ferro, cálcio e vitamina B12 (exclusiva de produtos de origem animal).

Uma alimentação vegetariana adequada pode ser capaz de atender às necessidades nutricionais. Ao optar por uma alimentação vegetariana, é relevante o acompanhamento com nutricionista para garantir a apropriada substituição e combinação dos alimentos e não aumentar o risco à saúde por inadequação alimentar.

Alimentos fontes de gordura

As gorduras são fontes de ácidos graxos essenciais e de vitaminas lipossolúveis (A, D, E, K), que necessariamente devem ser veiculados pelos alimentos, pois o organismo não pode produzi-los. Assim, todos os seres humanos precisam de fonte de gordura, de preferência insaturada (mono e poli-insaturada). A gordura saturada, presente em alimentos de origem animal, aumenta o risco de dislipidemias (alterações dos níveis das gorduras no sangue) e doenças cardíacas.

É melhor evitar!

Refrigerantes, biscoitos, salgadinhos de pacote e refeições prontas para aquecer possuem elevada densidade energética (calorias), são ricos em açúcar, gorduras (principalmente trans) e/ou sódio e possuem características, como alta palatabilidade e conveniência, que favorecem o consumo excessivo de calorias, aumentando o risco de obesidade. Por isso, seu consumo deve ser evitado.

Vale a pena ressaltar que nenhum alimento específico ou grupo deles isoladamente é suficiente para fornecer todos os nutrientes necessários a uma boa alimentação e, consequentemente, manutenção da saúde.

Alimentação de crianças

Para evitar que se tornem adultos obesos ou com excesso de peso, os pais devem ficar alerta e combater a obesidade infantil, principalmente nos primeiros anos de vida. A publicação do Ministério da Saúde ‘Dez Passos para uma Alimentação Saudável’ recomenda que os pais evitem dar às crianças de até dois anos alimentos industrializados, enlatados, embutidos e frituras, com gordura e sal em excesso, aditivos e conservantes artificiais. Confira mais dicas:

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Fontes:

O Fundo Monetário Internacional (FMI) alertou para um risco potencial de que a zona do euro entre de novo em um período de recessão... *

Fundo Monetário Internacional (FMI) alertou para um risco potencial de que a zona do euro entre de novo em um período de recessão.

Christine Lagarde , diretora-gerente da agência, disse que há uma probabilidade entre 35 e 40 por cento dos que isso aconteça, o que não é insignificante. "Nós não estamos sugerindo que a zona euro necessariamente terá um recessão, mas estamos dizendo que há um grande risco de que aconteça se nada for feito", disse a oficial.

Segundo com o relatório sobre as tendencias para a economia global, o crescimento muito modesto das estimativas para a área do euro ,  de 0,8 por cento em 2014 e  em 2015 de 1,1 por cento, , é parcialmente atribuída a riscos geopolíticos percebidas nesta parte do mundo, que destaca as tensões na Ucrânia. A funcionária advertiu que as medidas políticas devem se concentrar no fortalecimento da recuperação econômica e assegurar estabilidade financeira.

Neste contexto, as políticas monetárias e fiscais devem ser adaptadas às diferentes tendencias de crescimento e inflação. Para a área do euro é uma prioridade para alcançar um forte crescimento acima da tendência e aumentar a taxa de inflação, que é continuação de uma política acomodatícia monetária.

FMI disse que se as tendencias de inflação não melhorarem e as expectativas de crescimento não aumentarem, o Banco Central Europeu deve estar preparado para tomar medidas adicionais, envolvendo aquisição de ativos soberanos. "Inflação baixa é um risco. Identificamos ele. As medidas foram tomadas pelo Banco Central Europeu para tentar reverter esse risco, esperamos ter alcançado o escopo", Lagarde ressaltou em uma coletiva de imprensa realizada no âmbito da sessão de Outono do FMI para o Grupo do Banco Mundial, em Washington, Estados Unidos.

CRESCIMENTO DISPAR

Lagarde disse que as tendencias para o crescimento econômico em mercados desenvolvidos e emergentes mostram uma considerável heterogeneidade. Entre as economias avançadas o crescimento vai retomando mais lentamente no Japão e na área do euro e é mais rápido nos Estados Unidos e em outras regiões.

Entre os principais mercados emergentes é esperado que o crescimento continuará alto nas economias emergentes da Ásia , com uma ligeira desaceleração na China e um rebote na Índia, mas será atenuada no Brasil e na Rússia. "Assim, em face do que temos chamado de risco de baixo crescimento, o que é baixo e desigual definitivamente acho que tem que haver um novo impulso e é isso que vamos discutir nos próximos dias", disse o oficial .

Indo para a Europa você precisa demonstrar que te passagem de volta para o Brasil ou simplesmente uma passagem para fora do espaço Schengen?... *

Indo para a Europa você precisa demonstrar que te passagem de volta para o Brasil ou simplesmente uma passagem para fora do espaço Schengen? Essa é uma dúvida cruel, mas todos os sites que pesquisei de fóruns de viagens comunicam que basta uma passagem de saída do Espaço Schengen para dar entrada como turista na imigração em um país europeu, se for-lhe requisitado demonstrar como vai proceder a saída.
  • Não seria necessariamente uma passagem de volta ao Brasil, podendo ser para Inglaterra, Turquia ou Marrocos, exemplificativamente. Em inglês: http://travel.stackexchange.com/questions/24730/one-way-usa-to-switzerland-without-a-return-ticket (flying into a Schengen you will need to show a ticket out of Schengen, ou seja, voando para Schengen precisa-se mostrar a reserva de passagem para fora de Schengen).  Também neste link http://www.travbuddy.com/forums/viewtopic.php?id=24150 (First of all, immigration officials are likely to be very suspicious of anybody arriving with a one way ticket. However, you may not necessarily need a return ticket. You just need a ticket out of the country you are entering (see below about Schengen being one country for this purpose))
 
  • Em português há essa afirmação categórica em http://www.artdeviv.com/condicoes-de-entrada-na-franca-dicas-para-nao-ser-barrado-no-aeroporto/:

"passagem de ida e volta comprovando a saída da Europa – não precisa ser volta ao Brasil"

  • O site oficial do governo da Espanha diz que é documento obrigatório a passagem de volta ou de circuito turístico (http://www.exteriores.gob.es/subwebs/Documents/Requisitos%20entrada_ES2011.pdf). No meu entender circuito turístico aí seria a continuação da viagem fora do Espaço Schengen.

LISTA DE PAÍSES DO ESPAÇO SCHENGEN:

1-Alemanha
2-Áustria
3-Bélgica
4- Dinamarca
5- Eslováquia
6- Eslovénia
7- Espanha
8- Estónia
9-Finlândia
10-França
11- Grécia
12- Hungria
13- Islândia
14-Itália
15-Letónia
16-Lituânia
17-Luxemburgo
18-Malta
19-Noruega
20-Países Baixos
21-Polónia
22-Portugal
23-República Checa
24-Suécia
25- Suiça

Confira as novas regras da Anvisa sobre boas práticas em estabelecimentos de alimentação... *

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) atualizou o Regulamento Técnico de Boas Práticas para os Serviços de Alimentação. Com isso, as boas práticas de  serviços de alimentação passam a valer, igualmente, nos serviços de saúde.

A atualização, realizada por meio da Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) nº 52/2014, de 29 de setembro de 2014, manteve excluído do regulamento os lactários, terapia de nutrição enteral e bancos de leite humano.

Segundo com a Gerente de Regulamentação e Controle Sanitário em Serviços de Saúde da Anvisa, Maria Angela da Paz, a nova regra preenche uma lacuna regulatória e orienta as fiscalizações feitas pelas vigilâncias sanitárias do País.

“Com a experiência da aplicação do regulamento, percebeu-se que a RDC nº 216/2004 é aplicável aos serviços de saúde, não havendo a necessidade de elaborar um novo regulamento e sim apenas ampliar seu âmbito de aplicação”, explica Paz.

Segundo ela, os serviços devem garantir que os alimentos fornecidos sejam adequados e seguros para o consumo. “É essencial que exista uma diretriz bem estabelecida, por meio de um regulamento técnico, para garantir a higiene dos alimentos fornecidos por estes serviços”, sintetiza.

A nova composição da câmara de deputados para 2015 (eleições 2014)... *

Como ficaram os deputados por cada partido. Com dados do site do Senado.
A apuração parcial da eleição mostra que o PT continuará como maior partido da Câmara dos Deputados, com 70 parlamentares, 18 a menos do que tem atualmente. A projeção dos dados leva em consideração as comunicações oficiais do TSE, que igualmente apontam o PMDB como a segunda maior bancada (66 deputados). O PSDB, que hoje é a quarta maior bancada, passará a ter 54 deputados, seguido pelo PSD, com 37 deputados. Os dados igualmente mostram que o número de partidos com representação na Câmara passará de 22 para 28. Esses resultados são provisórios e só serão confirmados após o fim da apuração e a finalização do julgamento dos pedidos de impugnação de candidaturas. Atualmente, há pendentes cerca de 800 processos, entre eles o do deputado federal Paulo Maluf (PP-SP). O presidente do TSE, Dias Toffoli, anunciou que o tribunal quer deliberar sobre todos os processos até o fim do mês, antes da diplomação dos eleitos. Governabilidade complicado Com base nesses dados, o consultor legislativo do Senado Federal Arlindo Fernandes considera que o aumento da pulverização das bancadas entre um número maior de partidos deve aumentar as dificuldades para o próximo presidente montar uma base na Câmara dos Deputados. - Nenhum partido tem sequer 15% das cadeiras na Câmara. Os dois maiores, juntos, chegam a pouco mais de um quarto da composição da Casa (133 deputados). Ou seja, ainda seriam necessários mais 124 deputados para obter uma maioria absoluta na Câmara, o que não seria suficiente para aprovar emendas constitucionais – analisa o consultor. Para Fernandes, essa pulverização é uma das consequências da possibilidade de criação de novos partidos, especialmente após a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a fidelidade partidária. Segundo com o tribunal, a troca de partido só não será punida com a perda do mandato no caso de mudança para aderir a uma nova legenda, como aconteceu com a criação do PSD, do PROS e do Solidariedade (SD). O cientista político David Fleischer, da Universidade de Brasília, faz análise  similar. Par ele, a perda de força dos maiores partidos, ao mesmo tempo amplia a necessidade de negociação com o grupo de parlamentares reunidos em pequenos partidos, que cresceu nestas eleições. Caso contrário, Fleischer acredita que o Executivo pode ter dificuldades para aprovar projetos. Entre os números preliminares, o consultor do Senado destacou ainda que os dois principais partidos que hoje dão sustentação ao governo federal perderam juntos 23 deputados, enquanto que os oposicionistas PSDB e PSB, que tinham candidatos fortes à presidência, ganharam, somados, 20 parlamentares (10 cada um).

Rumo a 2015